quarta-feira, 24 de maio de 2017

Temer diz que decidiu por Forças Armadas por “insuficiência” da Força Nacional de Segurança



Agentes das Forças Armadas já se dirigiam à Esplanada dos Ministérios no início da noite de quarta (24). Por decreto, efetivo ficará em Brasília até 31 de maio
Presidente diz que foi dele a decisão de convocar tropas, formadas por 1.300 integrantes do Exército e 200 fuzileiros navais, que vão ocupar as ruas de Brasília até o próximo dia 31, e que não “hesitará em exercer a autoridade” que o cargo lhe confere
presidente Michel Temer admitiu esta noite (24) que foi dele, e não do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a decisão de convocar tropas das Forças Armadas para a “garantia da lei e da ordem” em Brasília até o próximo dia 31. Em nota, Temer reconheceu que Maia havia pedido o emprego da Força Nacional de Segurança, mas afirma que optou pela convocação de 1.300 integrantes do Exército e 200 fuzileiros navais devido à “insuficiência dos meios policiais” solicitados pelo presidente da Câmara.

POR ISABELLA MACEDO E EDSON SARDINHA
PORTAL UOL

terça-feira, 23 de maio de 2017

segunda-feira, 22 de maio de 2017

domingo, 21 de maio de 2017

Executivo da JBS diz que empresa pagou R$ 5 milhões para Robinson e Fábio Faria privatizarem a CAERN

(Foto:Reprodução)

A delação da JBS liberada nesta sexta-feira(19) pelo Supremo Tribunal Federal(STF) apresenta uma citação ao governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD-RN), acusado de ter recebido junto com seu filho, o deputado Fábio Faria (PSD-RN) um pagamento de R$ 5 milhões em propina em troca da privatização da companhia de água e esgoto do estado.
Além de Robinson, a delação ainda cita outros governadores e ex-governadores.
O governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), é citado junto com seu antecessor André Puccinelli (PMDB) como beneficiário de pagamentos de R$ 150 milhões entre 2007 e 2016 como contrapartida a benefícios fiscais recebidos pelo grupo empresarial.
O governador mineiro Fernando Pimentel (PT-MG), foi acusado de receber R$ 3,6 milhões no período em que ocupou o ministério do Desenvolvimento na administração Dilma Rousseff.
No caso do governador catarinense, Raimundo Colombo (PSD-SC), a acusação é de pagamento de R$ 10 milhões em troca de favorecimento na licitação na companhia de água e esgoto do estado.
São citados como beneficiários os ex-governadores Cid Gomes (PDT-CE), que teria recebido R$ 20 milhões em troca de liberação de créditos de ICMS, Sérgio Cabral (PMDB-RJ), que teria recebido R$ 40 milhões em propina, e Silval Barbosa (PMDB-MT), que recebeu pagamentos em troca de benefícios fiscais à JBS.
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