sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Ex-combatente de guerra, natural do município de Florânia, celebra 96 anos de idade




O ex-combatente Tomaz Galdino Sobrinho celebra nesta quinta-feira, dia 19 de janeiro, aniversário natalício pelos seus 96 anos de idade.

Nos anos de 1944 e 1945, Tomaz Galdino integrou a tripulação de floranienses que guardaram a costa do atlântico para garantir a defesa da pátria durante a segunda guerra mundial ao lado de 27 colegas militares filhos de Florânia, todos in memoriam.

Blog do Tonny Washington

Relator da Lava Jato no STF, Teori Zavascki morre aos 68 anos após queda de avião em Paraty




Relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Teori Zavascki morreu na tarde desta quinta-feira (19), aos 68 anos, após a queda de um avião em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro. A morte de Teori foi confirmada pelo filho do magistrado Francisco Zavascki em uma rede social, às 18h05.

A tragédia gerou consternação no meio jurídico, político e empresarial. Tão logo a informação foi confirmada, autoridades, entidades e empresas passaram a repercutir a morte.

No início da noite, presidente da República, Michel Temer, fez um pronunciamento no Palácio do Planalto no qual lamentou a morte do ministro do STF e anunciou ter decretado luto oficial de três dias. Na rápida fala, Temer disse que o magistrado era um "homem de bem" e um "orgulho para todos os brasileiros".

G1

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

"Sindicato" quebra grades do Pavilhão B e tenta invadir cozinha no Pereirão de Caicó



Presos que se dizendo membros do Sindicato do Crime, fação do RN, se rebelaram na noite dessa quarta feira, 18 de janeiro, na Penitenciária Estadual Desembargador Francisco Pereira da Nóbrega, O Pereirão, em Caicó, e tentaram invadir a cozinha do presídio, com a finalidade de se armarem para enfrentar outros detentos, que eles julgam ser do PCC.
Os presos arrombaram os portões do Pavilhão B, o mesmo que foi palco da maior fuga de presos do Seridó, em agosto de 2016, na ocasião, 32 detentos fugiram. É notório que há nesse momento um clima tenso no Pereirão.

JAIR SAMPAIO

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Lagoanovense egresso da UERN antecipa tese e cursa pós-doutorado na Escócia

Rair Macêdo da Silva já é PhD em Física, se dedica a pesquisas e leciona na Universidade de Glasgow. Ele é natural de Lagoa Nova, no Seridó
Rair Macêdo saiu da graduação em Física direto para o doutorado. Hoje, com apenas 23 anos, ele é PhD em Física. (Foto: Reprodução)
Com uma carreira acadêmica de sucesso, o egresso do curso de Física da UERN, Rair Macêdo da Silva, está fazendo pós-doutorado na Universidade de Glasgow, Escócia. Em 2013, o então graduando saiu da UERN direto para o doutorado.
Atualmente, com apenas 23 anos, ele já é PhD em Física, se dedica a pesquisas e leciona na Universidade de Glasgow. Rair Macêdo tinha até setembro de 2016 para concluir o doutorado (três anos), prazo que podia ser estendido até setembro de 2017, porém, o pesquisador concluiu a tese bem antes. “O professor que foi meu orientador no doutorado pediu que eu adiantasse a minha tese, porque eles tinham essa vaga no departamento e se eu passasse na entrevista e em outras partes do processo, já poderia assumir. Assim, assumi a vaga em maio de 2016”, afirmou Rair.
Convivendo com a saudade do país, da família e dos amigos, Rair ainda não voltou ao Brasil desde 2013, quando foi estudar fora. Mas os laços com os amigos e professores da UERN continuam fortes. “Sempre mantenho contato. Ontem mesmo, João Maria e Thomas me mandaram os parabéns. Sempre que posso ligo pro Thomas. Os amigos da UERN são para a vida inteira”, ressaltou Rair.
Os professores mencionados por Rair são o Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, João Maria Soares, e o professor Thomas Dumelow, que orientou Rair e o incentivou na produção científica.
Natural de Lagoa Nova, no Seridó potiguar, filho de pessoas humildes que não tiveram oportunidade de estudo, ele é o primeiro neto, filho, primo e sobrinho da família a ter um diploma universitário. Agora, é o primeiro Doutor.
Rair foi aluno cotista e morou na Residência Universitária da UERN durante toda a graduação.

Iuska Freire/Assessoria-UERN

Chefes da rebelião são transferidos de Alcaçuz


A Polícia Militar, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) e Grupo de Escolta Penal (GEP), adentraram na unidade prisional e retiraram cinco detentos apontados como chefes da rebelião (Foto: ASSECOM/RN).
O Governo do Estado detalhou, nesta segunda-feira (16), o andamento das investigações sobre a rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuz ocorrida no último final de semana.

A Polícia Militar, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) e Grupo de Escolta Penal (GEP), adentraram na unidade prisional e retiraram cinco detentos apontados como chefes da rebelião. Eles foram levados para a Polícia Civil, onde serão ouvidos pelas autoridades competentes. Os presos foram identificados como: Paulo da Silva Santos; João Francisco dos Santos; José Cândido Prado; Paulo Márcio Rodrigues de Araújo; e Tiago Souza Soares. Durante a ação, também foram retiradas do presídio armas brancas e armas de fogo de fabricação caseira.

“Todos os dias estamos realizando operações em Alcaçuz. Primeiro fizemos a retirada dos corpos. Agora fizemos a retirada das lideranças da organização criminosa que comandou a rebelião. Depois vamos fazer a recontagem dos presos da penitenciária”, explicou o secretário da Justiça e Cidadania do RN, Wallber Virgolino. Esses apenados devem responder por crimes como organização criminosa e homicídio.
Além disso, nesta segunda o Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) confirmou a identificação de quatro dos 26 corpos retirados da penitenciária, são eles: Jefferson Pedroza Cardoso; Anderson Barbalho da Silva; George Santos de Lima; e Diogo de Melo Ferreira. Todos foram identificados por comparação de digital através dos exames papiloscópicos.
“Tivemos um apoio importante da Polícia Federal, que nos enviou papiloscopistas para ajudar nesse processo. Em conjunto com as nossas equipes, estamos trabalhando para fazer a liberação desses corpos o mais rápido possível”, destacou o secretário da Segurança do RN, Caio Bezerra.

ASSECOM/RN

Temer reconhece crise e anuncia Forças Armadas dentro de presídios

(FOTO:Reprodução)

O governo Michel Temer reconheceu nesta terça-feira (17) que a crise carcerária atingiu “contorno nacional” e anunciou que disponibilizará contingentes das Forças Armadas para atuarem dentro dos presídios estaduais.
Em pronunciamento, o porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, afirmou que os agentes militares farão “inspeções rotineiras em busca de materiais proibidos” nas instalações prisionais e atuarão em conjunto com as polícias locais, hoje responsáveis pelas vistorias.
Segundo ele, o presidente delegou o controle ao Ministério da Defesa e ressaltou que as ações necessitam de autorização dos governadores, uma vez que as carceragens são estaduais. A ideia é que cada governador solicite formalmente uma intervenção federal. O Ministério da Defesa analisará caso a caso e autorizará ou não dependendo da gravidade do quadro prisional.
A proposta é que as Forças Armadas entrem de surpresa nas carceragens estaduais e realizem operação para resolver situações de descontrole e inspeções para retirar armas, drogas e celulares. O tempo de permanência das Forças Armadas dentro do presídio será determinado pelo chefe da operação em questão, dependendo do grau de urgência.
O anúncio ocorre após pressão dos governadores para que a Força Nacional ajudasse na segurança interna dos presídios. O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, contudo, justificou que a medida é inconstitucional, o que levou o governo federal a recorrer às Forças Armadas, composta por Exército, Marinha e Aeronáutica.
Além disso, o governo federal alega que não há no país hoje contingente suficiente da Força Nacional para operações em presídios. Segundo o Ministério da Justiça, estão à disposição atualmente apenas de 1.265 homens. O Ministério da Defesa ainda não definiu que tipo de tropa das Forças Armadas participará das operações prisionais.
A decisão foi tomada porque há o temor do Palácio do Planalto de que rebeliões se estendam para grandes presídios do Sul e Sudeste, como São Paulo e Rio de Janeiro, acabando com uma “ameaça imediata”. A avaliação de um auxiliar presidencial é que a proposta fortalece o papel do ministro da Defesa, Raul Jungmann, e dá mais prestígio à pasta.
Com o anúncio, o presidente cancelou reunião que faria nesta quarta-feira (18) com governadores do país para tratar da crise prisional. A ideia é que ele marque encontros regionais para discutir a participação das Forças Armadas.
Nesta terça-feira (17), o presidente reuniu ministros e assessores para discutir a crise prisional. No encontro, também ficou definida a criação de uma comissão nacional para reforma do sistema prisional, com as participações de integrantes dos poderes Legislativo e Judiciário e da sociedade civil.
FORÇA NACIONAL
Com 1.265 homens, a Força Nacional atua hoje em sete Estados. Foi criada em 2004 como integração de polícias estaduais para ser usada em casos emergenciais e com tempo de atuação “episódico”.
Em 2010, o texto que regulamenta sua atuação foi alterado para que ela não ficasse restrita à função de policiamento ostensivo e tivesse uma ação mais ampla.
Especialistas ouvidos pela Folha avaliam que, pela legislação, não há obstáculo para a ação das tropas dentro dos presídios. Consideram, porém, que houve banalização da atuação nos últimos anos.
Para Daniel Misse, professor do departamento de segurança pública da Universidade Federal Fluminense, a Força Nacional, criada para ser uma resposta emergencial a crises, não deveria ser utilizada pelos Estados como uma política contínua de segurança. “O problema é quando o uso paliativo da Força Nacional se torna política pública.”
Para o analista criminal Guaracy Mingardi, a ação da Força Nacional tem que ser temporária. “Não vai resolver o problema. Vai segurar as pontas.”
FONTE:Folha de São Paulo
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